Pros
Apenas o básico exigido por lei
Cons
A empresa vive um cenário de extrema desorganização interna, alta rotatividade e mudanças constantes de gestão, refletindo diretamente em um ambiente de trabalho instável e desgastante. A sensação é de que os problemas estruturais são constantemente transferidos para os colaboradores. A liderança da área em que atuei demonstrava postura arrogante, pouca inteligência emocional e falta de preparo para gestão de pessoas. Situações delicadas eram tratadas com frieza e falta de empatia, inclusive questões relacionadas à saúde. Em determinado momento, meu problema de saúde foi minimizado e comparado a um “problema no carro”, o que evidencia o nível de desumanização presente na condução da equipe. Meu desligamento ocorreu logo após um período de fragilidade de saúde, utilizando “baixo desempenho” como justificativa, apesar de entregas relevantes, resultados consistentes e feedbacks positivos recebidos anteriormente. A percepção é de que existe uma cultura de invalidação e descarte de colaboradores quando deixam de atender à pressão excessiva do ambiente. O mais contraditório é que a empresa sustenta discursos sobre “cuidar por toda a vida” e valores como omotenashi, porém, na prática, o cuidado com as pessoas parece existir apenas no marketing institucional. Internamente, o que se vê em determinadas lideranças é falta de humanidade, acolhimento e respeito com os próprios colaboradores. Além disso, o contexto recente da empresa — marcado por denúncias, instabilidade operacional, fechamento de lojas e mudanças frequentes — contribui para um clima organizacional inseguro e politicamente tóxico. Existem profissionais excelentes na empresa, porém a experiência é fortemente comprometida por lideranças despreparadas, falta de ética em determinadas gestões e ausência de cuidado genuíno com as pessoas.