A empresa não possui processos definidos e a gestão não é profissional, utiliza o medo como ferramenta para manter as pessoas “trabalhando em silêncio” – os funcionários não são ouvidos e, os que ousam falar, são perseguidos e demitidos. Não há interesse em resolver os problemas e sim em “caçar os que provocam ou buscam mudança”.
A alta administração é, majoritariamente, formada por estrangeiros que possuem salários e benefícios diferenciados, além de privilégios. Os valores da empresa não saem do papel para o dia-a-dia e não são vividos na prática. Não há interesse ou incentivo a diversidade – por exemplo às mulheres são reservados, em sua maioria, cargos administrativos de nível baixo ou médio e aos LGBTQI+(s) são sugeridos comportamentos “não estereotipados”.
A Olam afeta, negativamente, a saúde e a qualidade de vida de seus funcionários que são considerados apenas um número.