O clima organizacional é massivamente prejudicado por um microgerenciamento extremo e uma necessidade obsessiva de controle por parte da liderança.
Na operação do Brasil, o ambiente é de tensão constante. Há uma nítida falta de inteligência emocional na gestão, o que resulta em comunicação passivo-agressiva e, o que é mais grave, na exposição de funcionários com reclamações em voz alta nos corredores e nas baias. Manter a sanidade mental e a alta performance nesse cenário é quase impossível.
Além disso, a gestão fomenta uma cultura de "silos", chegando ao absurdo de não aceitar que funcionários tirem dúvidas ou colaborem com colegas de outras mesas. Existem ótimas ideias circulando, mas esbarram na estagnação. A empresa tem produtos com um potencial gigantesco no Brasil, mas que não vão escalar enquanto a liderança não tiver proatividade, disposição para mudar situações e capacidade de ouvir sem retaliar.