A primeira parte foi a candidatura online pelo LinkedIn e e-mail. A empresa abriu duas vagas para Técnico em Automação.
A empresa estava exigindo 2 anos de experiência em um equipamentos que eles fabricam e foi o primeiro a ser registrado na Marinha. Não há qualquer lógica já que dificilmente haverá técnicos em automação com experiência em um equipamento que só a própria empresa fabrica.
O responsável pela contratação era o próprio CEO da empresa que possui sérios problemas de comunicação pela própria plataforma de recrutamento e, além disso, consegue projetar uma imagem negativa do seu próprio negócio em função dessa dificuldade.
A empresa em sua página se diz "inovadora" e "quebradora de paradigmas", mas entra em contradição nos próprios processos seletivos - que não são nada inovadores e mantém os velhos costumes de priorizar a experiência frente a qualificação.